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Gusttavo Lima, cachê pós flexibilização na pandemia ultrapassa R$ 1 milhão, pandemia parece não ter mudado a relação entre artistas e contratantes
Cultura / 04 Novembro 2021 / 5155 Views

Gusttavo Lima, cachê pós flexibilização na pandemia ultrapassa R$ 1 milhão, pandemia parece não ter mudado a relação entre artistas e contratantes

Gusttavo Lima, cachê pós flexibilização na pandemia ultrapassa R$ 1 milhão, pandemia parece não ter mudado a relação entre artistas e contratantes

Para quem acha muito, Marília Mendonça, uma das principais vozes sertanejas do momento, pede o dobro do que cobrava antes da pandemia. A pandemia parece não ter mudado a relação entre os artistas empresários, produtores e contratantes.

Com a volta aos palcos e, com suas novas apresentações, novos cachês estão sendo cobrados pelos sertanejos. É preocupante esse aumento nos cachês, pois, tem inviabilizado a contratação desses artistas para cidades de menores portes por exemplo, o que tem preocupado empresários, produtores e contratantes.

"Existe uma demanda reprimida, lógico. As pessoas estão loucas para ir a um show, a uma festa…", disse um empresário entrevistado pelo Extra. "Só que, com os valores praticados no momento, há certo temor de não haver vazão, porque, infelizmente, nossos custos vão ser repassados para o consumidor, que terá que pagar por ingressos mais altos", explicou.

A preocupação faz sentido, até porque, Gusttavo Lima, por exemplo, um dos pilares do atual sertanejo, cobrou R$ 1,2 milhão por se apresentar em uma única noite em um rodeio no interior de São Paulo, informa a publicação. O show do sertanejo pode chegar a custar R$ 1,3 mil em um show no Allianz Parque em São Paulo no dia 11 de dezembro.

Já a cantora, Marília Mendonça, uma das principais vozes sertanejas do momento, cobrava R$ 250 mil antes de atual pandemia do coronavírus. Agora, de acordo com o jornal, ela não cobra menos de R$ 500 mil por apresentação.

É certo que, os cuidados no combate ao covid-19 para eventos de grande porte seguem firmes e os artistas estudam novos formatos para as suas apresentações, considerando que devem obedecer a regra de manter apenas 20% a 50% da capacidade de público em alguns lugares - um fator que encarece de imediato às vendas de ingressos.

É preciso repensar o formato que o mercado fonográfico funciona, sobretudo no Brasil de mais de 14,1% de desempregados, só até o 2º trimestre de 2021, mas ainda atinge 14,4 milhões de brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em maio, a taxa de desemprego ficou em 14,6%, atingindo 14,8 milhões de pessoas.

BomFm – André Bomfim.                                                                                          

Foto: Foto rede social.                                                                             

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